







Conjunto de auto-retratos performativos, onde se explora o diálogo luz/sombra como símbolo de "etéreo" e/ou "efémero". OUTRO EXEMPLO DA MESMA SÉRIE
ABLLAU foi a primeira palavra que eu pronunciei. Em português nada significa, mas eu não sabia disso, e com ela dizia tudo... ABLLAU was the first word that I pronounced. In Portuguese it has no meaning, but I didn’t know that, and with it I said everything.









Outras séries no mesmo local: IN-OUT SERIES - IN-OUT II
Nós somos soberanos e os verdadeiros detentores do poder político (Artº 108 da Constituição da República Portuguesa).
O ideário republicano assenta na construção de um projecto colectivo que permita a plena liberdade individual e a valorização de uma cidadania forte, crítica, esclarecida, participativa, e responsável. Cidadãos emancipados são o maior garante da democracia. Por isso, a sua mobilização e empenhamento cívico, a todos os níveis, são decisivos a uma República moderna. E esse é um dos mais nobres deveres daqueles que têm responsabilidades políticas (todos: eu, tu, ele, nós, vós, eles): activar e reforçar quotidianamente a capacidade dos cidadãos para construir possibilidades de vida colectiva, imaginários e sentidos mobilizadores da Cidade (polis).
1) Transportar, literalmente, um imaginário ligado à exuberância juvenil de jovens sobreviventes e um espaço cívico e cultural regido pela inquietação e o combate pela dignidade, para o palco do Teatro-Cine. A cena será lugar para a crescente irreverência juvenil até ao (limiar) do caos e da destruição, pelo meio alguns cenas pontuam o espectáculo com ironia e energia genuínas, havendo sempre um lugar especial reservado para o imprevisível.
2) De simples actores passivos e de jovens estigmatizados pelas forças securitárias como marginais, estes adolescentes e jovens adultos metamorfoseiam-se no palco em agentes criativos revolucionários, oferecendo à sua cidade uma outra visão de si mesmo, uma visão crítica e corrosiva, mas cujo imaginário latente nos remete para os ideias da república e dos direitos humanos.
3) Mais do que um espectáculo encenado para “epater le bourgeois” pretende-se criar uma erupção civil contagiante no seu apelo à “realização da democracia económica, social e cultural e ao aprofundamento da democracia participativa...”
APARECE E LUTA, A VIDA CONTINUA...

Não é possível falar de fotografia contemporânea, sem abordar primeiramente algumas das condições que fazem parte da sua génese: a evolução tecnológica e a revolução filosófica e artística a que assistimos desde a Renascença e, principalmente, desde meados do séc XIX. (...)
Mas não só de arte se deve falar quando se fala em fotografia. Sendo um meio transversal a todas as actividades humanas, a fotografia é igualmente transversal à própria vida. (...)
Estranhamente (ou nem por isso) sendo a fotografia uma forma de expressão considerada próxima da “realidade”, porque capaz de mais fielmente reproduzir uma imagem de um qualquer acontecimento e/ou objecto, é, no entanto, extremamente enigmática na forma como foge a definições e “espartilhos” lógicos.