ABLLAU foi a primeira palavra que eu pronunciei. Em português nada significa, mas eu não sabia disso, e com ela dizia tudo... ABLLAU was the first word that I pronounced. In Portuguese it has no meaning, but I didn’t know that, and with it I said everything.
sexta-feira, dezembro 26
Ai o Natal...
Esse é o meu caso...
LER TEXTO COMPLETO
quinta-feira, outubro 30
ASSIM DE RELANCE...
Quando é moda por todo o mundo falar-se em crise, por cá, e no mercado editorial (que se recente extremamente com as crises empresariais, já que assenta a maioria das suas receitas na publicidade) assim de relance, reparei em duas novas publicações: a primeira, uma revista de fotografia que se dirige a fotógrafos profissionais e iniciantes. A segunda, foi um Relance.
Não sendo uma novidade absoluta, a DP é no entanto agora uma revista inteiramente Made In Portugal, e emancipada da sua congénere que lhe dá resguardo, a Digital Photographer.
A segunda, a RELANCE, (assim se chama) engana pelo nome, já que é uma revista que pretende ser “um olhar atento e contemporâneo”.
terça-feira, outubro 28
Campanha West Coast
Para começar, trata-se de um erro básico de marketing, já que, além de passar subliminarmente a ideia que não teremos por cá ninguém qualificado para a função, nos meios fotográficos, quem sairá glorificado desse trabalho (se esse mesmo trabalho for suficientemente bom, o que está por provar) será sempre o fotógrafo e não o país.
E nos meios não fotográfios, quem se vai importar com o fotógrafo?
Por outro lado, todos os que se dedicam a esta "arte" de carregar no botão, sabem bem que, por muito genial que se seja, não se conhece um país e os seus costumes, os seus pontos fortes e/ou locais de intersse, só por vir cá passar uma semana.
O que fará um fotógrafo estrangeiro nessas condições? Retratos ao Cristiano Ronaldo novamente... (Como se os estrangeiros já não o conhecessem)...
Não é por acaso que se opta sempre por contratar um fotógrafo de moda...
E isto já para não entrar na parte política, na falta de dinheiro, nas tão prometidas ajudas aos pequenos empresários...
Pois, para que essa moda acabe... Pode assinar esta petição...
Campanha West Coast Portugal
Ou, em alternativa, seja qual for a sua opinião, pode participar neste debate...
FÓRUM DE FOTOGRAFIA
quarta-feira, outubro 15
PARTIR
sábado, outubro 11
A CONDIÇÃO HUMANA
Esta imagem faz parte de um conjunto de dez (ou mais) imagens semelhantes, destinadas a um projecto multimédia que acabou por ficar de férias por uns tempos. A descansar, a meditar, à espera de melhor inspiração, ou simplesmente a ganhar pó, ainda não sei...Mas perante o que se passa no mundo financeiro e (quem sabe?) no outro também, resolvi divulgá-la agora.
Mais palavras para quê?
sábado, agosto 9
Mensagem Sem
sábado, julho 12
Carlos Martinez - Direitos Humanos
Um vídeo composto por 36 fotografias obtidas durante um espectáculo do mimo CARLOS MARTINEZ , inspirado na carta dos DIREITOS HUMANOS.
Nota: a sequência das imagens não segue integralmente a cronologia do espectáculo.
sexta-feira, junho 20
RLVA
Um jardim dentro de casa? Um relvado - para usufruir como um espaço comum de sonhos. As paredes - filme. Imaginário em fenda, sem saída, em eterno escape. Os sons, repercutidos dentro da cabeça - início do caminho para. As palavras - de tantos nomes, de tantos lugares, ditas - as palavras, enfim.TEXTO: LUIS FILIPE CRISTÓVÃO
E foi assim: no CENTRO DE CULTURA CONTEMPORÂNEA, em Torres Vedras. Uma instalação sensorial-video-sonoro-poética de João Phaustino (video) e Mário Rosado (som) com Luis Filipe Cristóvão (poesia).
quarta-feira, junho 4
Joana Rios - "Universos Paralelos"


CONTACT JAM






ENGLISH VERSIONsegunda-feira, maio 12
Quadrar a Roda












Um espectáculo de Jens Altheimer, também conhecido por LEO CARTOUCHE, performer, criador e professor nas áreas de novo circo e do teatro físico. Este espectáculo resultou de uma residência artística no Teatro-Cine de Torres Vedras, e iniciou o Ciclo Novo Circo E Outras Tantas Histórias, a decorrer de 02 a 31 de Maio de 2008.Nota: o texto inicial é um excerto retirado de texto promocional do espectáculo. A sequência aqui apresentada, não representa necessáriamente a verdadeira ordem do espectáculo.
domingo, maio 4
O HOMEM

Estas palavras foram as primeiras que o homem aqui retratado me disse quando lhe perguntei se poderia tirar um retrato. Pouco depois, o que se seguiu foi (presumo eu) toda a história da sua vida, descrita de forma caótica. Não me lembro de uma única palavra dessa conversa de pelo menos, meia hora, em que eu apenas acenava com a cabeça e sorria. Enquanto, igualmente, ia pressionando o botão de disparo da máquina fotográfica, que apontava o melhor possível à sua cara, sem ver o resultado do que estava a fazer...
quarta-feira, abril 30
Sim...
segunda-feira, abril 21
sábado, abril 12
O Teatro da Realidade
(Faça click sobre a imagem)---------------------------------------
É um facto, que a fotografia tem aquela qualidade quase mágica de fazer parar o tempo. De forma figurada, um simples microsegundo pode ser estendido quase até à eternidade... Com isso, além de ganhar um prolongamento muito generoso da sua vida, o dito microsegundo ganha igualmente notoriedade. Porque, quando ele acontece (e está sempre a acontecer) se não houver por perto um fotógrafo, ele será apenas mais um de entre todo o devir de segundos que acontecem a cada momento.
quinta-feira, março 27
Ser Fotógrafo
FOTO: Sérgio Marques (cópia não permitida sem autorização do autor)Uma criança que passa ao colo do seu pai ou mãe (não interessa para o caso) deixa cair a chupeta.
Seguidamente, alguém que passa, vê a chupeta no chão. Deduz facilmente que esta pertencerá a um qualquer bebé que a tenha deixado cair e, como bom cidadão, resolve pendurá-la pela corrente, na grade metálica que se encontra logo ali.
Segue o seu caminho, totalmente esquecido da acção que acabara de ter, enquanto a chupeta, qual objecto inanimado, não pode ter consciência do seu significado quando pendurada naquelas grades. As grades são de um cemitério. Podiam ser de qualquer outro sítio, podiam até ser de uma vivenda, de um solar. Mas não, são de um cemitério. Além disso, está nevoeiro. Há ainda uma estrada e uma passadeira que a atravessa. O cenário está montado...
Tão igualmente por acaso como tudo o resto, aparece um fotógrafo acompanhado do seu irmão.
A mente do fotógrafo, funciona por símbolos. Os objectos, as pessoas, os edifícios, para ele não são objectos pessoas e edifícios. São símbolos, ou linhas geométricas.(...) O fotógrafo não vê a realidade como o comum dos mortais. Vê antes, uma outra realidade. (...) Para que a mente imaginativa do fotógrafo, a chupeta não é a chupeta, é o início da vida... O cemitério não é o cemitério, é a morte... O nevoeiro não é o nevoeiro, é o mistério... Finalmente a passadeira que atravessa a estrada, não é uma passadeira, é a caminhada... Até o irmão que espera impacientemente (porque não é fotógrafo?) mais à frente à beira do passeio, não é apenas o irmão, é a representação do ser humano numa determinada fase da vida.
quarta-feira, março 12
Save My Soul






A história: esta história fala-nos de um espírito, um espectro, um fantasma, como se quiser. Ele está preso naquela casa, triste, melancólico, deambulando sem qualquer expressão. Apenas observando o lento degradar do mundo onde outrora viveu. E em silêncio, confronta-se com a sua morte.
terça-feira, fevereiro 19
Antero de Quental *
ESPIRITUALISMOJunto do mar, que erguia gravemente
A trágica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o voo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente,
Junto do mar sentei-me tristemente,
Olhando o céu pesado e nevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das coisas vagamente…
Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, força obscura?
Em volta de que ideia gravitais?
Mas na imensa extensão onde se esconde
O inconsciente imortal só me responde
Um bramido, um queixume e nada mais.
NIRVANACheio de formas, de rumor, de lida,
De forças, de desejos e de vida,
Abre-se como um vácuo tenebroso.
Vem ali expirar, esmaecida ...
Numa imobilidade indefinida
Termina ali o ser, inerte, ocioso ...
Emerge a custo desse mundo morto
E torna a olhar as coisas naturais,
Só vê com tédio, em tudo quanto fita,
A ilusão e o vazio universais.
segunda-feira, fevereiro 18
domingo, fevereiro 10
OLHO CAMERA ALMA

















