ABLLAU foi a primeira palavra que eu pronunciei. Em português nada significa, mas eu não sabia disso, e com ela dizia tudo... ABLLAU was the first word that I pronounced. In Portuguese it has no meaning, but I didn’t know that, and with it I said everything.
sábado, agosto 9
Mensagem Sem
A palavra, a imagem, ou mesmo o objecto manufacturado, mais não são que toscas representações/suportes da ideia. A ideia por sua vez mais não será que uma tosca manifestação da mente... Que não passa de uma singular célula de um corpo maior chamado cultura.
sábado, julho 12
Carlos Martinez - Direitos Humanos
Um vídeo composto por 36 fotografias obtidas durante um espectáculo do mimo CARLOS MARTINEZ , inspirado na carta dos DIREITOS HUMANOS.
Nota: a sequência das imagens não segue integralmente a cronologia do espectáculo.
sexta-feira, junho 20
RLVA
Um jardim dentro de casa? Um relvado - para usufruir como um espaço comum de sonhos. As paredes - filme. Imaginário em fenda, sem saída, em eterno escape. Os sons, repercutidos dentro da cabeça - início do caminho para. As palavras - de tantos nomes, de tantos lugares, ditas - as palavras, enfim.TEXTO: LUIS FILIPE CRISTÓVÃO
E foi assim: no CENTRO DE CULTURA CONTEMPORÂNEA, em Torres Vedras. Uma instalação sensorial-video-sonoro-poética de João Phaustino (video) e Mário Rosado (som) com Luis Filipe Cristóvão (poesia).
quarta-feira, junho 4
Joana Rios - "Universos Paralelos"


O Ciclo Jazz Central, pequeno encontro de jazz que ocorre todos os anos por esta época em Torres Vedras, dá este ano voz ao feminino. Composto por três espectáculos de 30 de Maio a 14 de Junho, este encontro com o Jazz dá-se nas ruas da zona histórica da cidade.
No primeiro dos três concertos, JOANA RIOS (nas fotografias) "a grande revelação de 2007", apresentou "universos paralelos" o seu mais recente trabalho editado em CD.
A 07 de Junho (22:00h) actuará no Largo de Santo António MARTA HUGON, "uma das grandes revelações do jazz" apresentando-nos "Tender Trap" acompanhada por "Filipe Melo ao piano, Bernardo Moreira no contrabaixo e como convidado André Fernandes à guitarra" .
A 14 de Junho (22:00h) será a vez de JOANA MACHADO apresentar o seu primeiro disco, que "visita lugares do jazz e da musica universal, tendo a voz como centro gravitacional da teia de arranjos que une estruturalmente à musica apresentada, uma voz enquanto instrumento e contadora de histórias".
CONTACT JAM






ENGLISH VERSIONNuma sociedade cada vez mais informatizada e sedentária, onde as relações humanas tendem a restringir-se á comunicação verbal lógico-racional, ou a prácticas de dança e movimento demasiado formatadas e conotadas, onde as relações corporais envolvendo o toque entre sujeitos tendem a limitar-se á práctica sexual, o CILXJam abre outras possibilidades de experienciar / pensar / comunicar pela fisicalidade e sensualidade perceptiva dos corpos.
---------------------
segunda-feira, maio 12
Quadrar a Roda
Quando acções disfuncionais se transformam num passa-tempo funcional e nem a leitura do manual desse jogo te protege, quando os teus únicos companheiros são de plástico e de metal e te garantem sarilhos, mas não necessariamente a vitória; quando o controle sobre tudo é algo que se passa na tua cabeça e não no comando remoto, e a cada momento bolas, desafios, dúvidas e cornflakes se multiplicam, nesse momento... pois, também não te posso dizer muito bem o que fazer. Experimenta!












Um espectáculo de Jens Altheimer, também conhecido por LEO CARTOUCHE, performer, criador e professor nas áreas de novo circo e do teatro físico. Este espectáculo resultou de uma residência artística no Teatro-Cine de Torres Vedras, e iniciou o Ciclo Novo Circo E Outras Tantas Histórias, a decorrer de 02 a 31 de Maio de 2008.
Nota: o texto inicial é um excerto retirado de texto promocional do espectáculo. A sequência aqui apresentada, não representa necessáriamente a verdadeira ordem do espectáculo.












Um espectáculo de Jens Altheimer, também conhecido por LEO CARTOUCHE, performer, criador e professor nas áreas de novo circo e do teatro físico. Este espectáculo resultou de uma residência artística no Teatro-Cine de Torres Vedras, e iniciou o Ciclo Novo Circo E Outras Tantas Histórias, a decorrer de 02 a 31 de Maio de 2008.Nota: o texto inicial é um excerto retirado de texto promocional do espectáculo. A sequência aqui apresentada, não representa necessáriamente a verdadeira ordem do espectáculo.
domingo, maio 4
O HOMEM

Ó amigo! Esteja à vontade! Eu entendo a fotografia!... A fotografia é quando uma pessoa vê uma imagem real e essa imagem lhe chama a atenção para fazer outra imagem.
-------------------
Estas palavras foram as primeiras que o homem aqui retratado me disse quando lhe perguntei se poderia tirar um retrato. Pouco depois, o que se seguiu foi (presumo eu) toda a história da sua vida, descrita de forma caótica. Não me lembro de uma única palavra dessa conversa de pelo menos, meia hora, em que eu apenas acenava com a cabeça e sorria. Enquanto, igualmente, ia pressionando o botão de disparo da máquina fotográfica, que apontava o melhor possível à sua cara, sem ver o resultado do que estava a fazer...
Estas palavras foram as primeiras que o homem aqui retratado me disse quando lhe perguntei se poderia tirar um retrato. Pouco depois, o que se seguiu foi (presumo eu) toda a história da sua vida, descrita de forma caótica. Não me lembro de uma única palavra dessa conversa de pelo menos, meia hora, em que eu apenas acenava com a cabeça e sorria. Enquanto, igualmente, ia pressionando o botão de disparo da máquina fotográfica, que apontava o melhor possível à sua cara, sem ver o resultado do que estava a fazer...
------------------
quarta-feira, abril 30
Sim...
segunda-feira, abril 21
sábado, abril 12
O Teatro da Realidade
(Faça click sobre a imagem)---------------------------------------
É um facto, que a fotografia tem aquela qualidade quase mágica de fazer parar o tempo. De forma figurada, um simples microsegundo pode ser estendido quase até à eternidade... Com isso, além de ganhar um prolongamento muito generoso da sua vida, o dito microsegundo ganha igualmente notoriedade. Porque, quando ele acontece (e está sempre a acontecer) se não houver por perto um fotógrafo, ele será apenas mais um de entre todo o devir de segundos que acontecem a cada momento.
---------------------------------------
quinta-feira, março 27
Ser Fotógrafo
FOTO: Sérgio Marques (cópia não permitida sem autorização do autor)Uma criança que passa ao colo do seu pai ou mãe (não interessa para o caso) deixa cair a chupeta.
Seguidamente, alguém que passa, vê a chupeta no chão. Deduz facilmente que esta pertencerá a um qualquer bebé que a tenha deixado cair e, como bom cidadão, resolve pendurá-la pela corrente, na grade metálica que se encontra logo ali.
Segue o seu caminho, totalmente esquecido da acção que acabara de ter, enquanto a chupeta, qual objecto inanimado, não pode ter consciência do seu significado quando pendurada naquelas grades. As grades são de um cemitério. Podiam ser de qualquer outro sítio, podiam até ser de uma vivenda, de um solar. Mas não, são de um cemitério. Além disso, está nevoeiro. Há ainda uma estrada e uma passadeira que a atravessa. O cenário está montado...
Tão igualmente por acaso como tudo o resto, aparece um fotógrafo acompanhado do seu irmão.
A mente do fotógrafo, funciona por símbolos. Os objectos, as pessoas, os edifícios, para ele não são objectos pessoas e edifícios. São símbolos, ou linhas geométricas.(...) O fotógrafo não vê a realidade como o comum dos mortais. Vê antes, uma outra realidade. (...) Para que a mente imaginativa do fotógrafo, a chupeta não é a chupeta, é o início da vida... O cemitério não é o cemitério, é a morte... O nevoeiro não é o nevoeiro, é o mistério... Finalmente a passadeira que atravessa a estrada, não é uma passadeira, é a caminhada... Até o irmão que espera impacientemente (porque não é fotógrafo?) mais à frente à beira do passeio, não é apenas o irmão, é a representação do ser humano numa determinada fase da vida.
------------------------------------------------------------------------------------
quarta-feira, março 12
Save My Soul






A história: esta história fala-nos de um espírito, um espectro, um fantasma, como se quiser. Ele está preso naquela casa, triste, melancólico, deambulando sem qualquer expressão. Apenas observando o lento degradar do mundo onde outrora viveu. E em silêncio, confronta-se com a sua morte.
----------------------------------------------------------
terça-feira, fevereiro 19
Antero de Quental *
ESPIRITUALISMOJunto do mar, que erguia gravemente
A trágica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o voo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente,
Junto do mar sentei-me tristemente,
Olhando o céu pesado e nevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das coisas vagamente…
Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, força obscura?
Em volta de que ideia gravitais?
Mas na imensa extensão onde se esconde
O inconsciente imortal só me responde
Um bramido, um queixume e nada mais.
NIRVANAPara além do Universo luminoso,
Cheio de formas, de rumor, de lida,
De forças, de desejos e de vida,
Abre-se como um vácuo tenebroso.
Cheio de formas, de rumor, de lida,
De forças, de desejos e de vida,
Abre-se como um vácuo tenebroso.
A onda desse mar tumultuoso
Vem ali expirar, esmaecida ...
Numa imobilidade indefinida
Termina ali o ser, inerte, ocioso ...
Vem ali expirar, esmaecida ...
Numa imobilidade indefinida
Termina ali o ser, inerte, ocioso ...
E quando o pensamento, assim absorto,
Emerge a custo desse mundo morto
E torna a olhar as coisas naturais,
Emerge a custo desse mundo morto
E torna a olhar as coisas naturais,
À bela luz da vida, ampla, infinita,
Só vê com tédio, em tudo quanto fita,
A ilusão e o vazio universais.
Só vê com tédio, em tudo quanto fita,
A ilusão e o vazio universais.
--------------------------------
*
segunda-feira, fevereiro 18
domingo, fevereiro 10
OLHO CAMERA ALMA

OLHO CAMERA ALMA, é um jogo de palavras inspirado na famosa ordem dos realizadores de cinema: "luzes, camera, acção!"
Tal como acontece noutros auto-retratos meus, também neste os meus olhos não aparecem. Essa característica deve-se ao facto de eu acreditar que a fama rouba individualidade às pessoas.
À semelhança de certas crenças ancestrais, também eu acredito que, de uma forma figurada, a fotografia rouba a alma às pessoas fotografadas. E como os olhos são o espelho da alma...
terça-feira, fevereiro 5
É CARANAVAL...
Subscrever:
Mensagens (Atom)















