Dia 23 de agosto, das 11 às 13 e das 14.30 às 18.30
Local –
APAF Lisboa
O processo de cianotipia foi inventado em 1842 por John William
Herchel, e logo foi usado pela bióloga Anna Atkins para realizar o
primeiro livro científico com imagens fotográficas. Deve o seu nome à
cor que apresentam as suas imagens (ciano) e é um processo fotográfico
muito simples de realizar, baseado nos sais de ferro e não nos sais de
prata. Os papéis mais adequados, sendo os que melhor se adaptam ao
guache e à aguarela, conferem uma textura muito própria à imagem, que
tem por base um negativo, da mesma dimensão que a cópia produzida, e a
revelação com àgua corrente.
Inserido nos chamados “processos alternativos”, o processo de
cianotipia é hoje um dos que serve de suporte à educação visual em
inúmeras escolas de arte.
Formadores
António Lopes e João Paulo Barrinha/
WALKING CAMERA PROJECT
Mais informações e inscrições:
APAF